Encarando o problema de frente – Internet Explorer

Há muitas críticas a respeito de um dos navegadores mais utilizados por usuários comuns, para os desenvolvedores este navegador pode ser encarado como um desafio quando o assunto é aplicações/documentos/websites serem interpretados universalmente não importando o dispositivo de acesso ou navegador. Lendo isso é possível detectar qual navegador estou falando –  Internet Explorer da Microsoft, isso  porque este navegador, em especial, traz mecanismos bastante distintos em suas versões. Sendo assim, uma página exibida corretamente no Internet Explorer 7, não necessariamente aparecerá como deveria na versão 6 deste mesmo navegador. Teoricamente, bastaria abrir em um, depois em outro para averiguar a existência de falhas, porém na prática há um problema: ao instalar a versão 7 do Internet Explorer no Windows, a versão anterior instalada — provavelmente a 6 — é substituída.

A dica de hoje é sobre um pequeno software que irá ajudar quem precisa realizar testes nos navegadores na Microsoft,  o nome é IETester, uma espécie de navegador que permite renderizar e acessar o site que desejar em diversas versões do IE (IE10 preview, IE9, IE8, IE7 IE 6 and IE5.5 on Windows 7, Vista and XP, além da versão instalado no próprio computador) utilizando as várias versões da engine Trident e JScript..

A utilização é bem simples, basta selecionar qual a versão que deseja testar e informar o endereço do site. É possível também informar o endereço e testar em todas as versões de uma só vez.

Há também algumas ferramentas para quem quer verificar o código fonte e até mesmo “debugar” o site.

Abaixo os links para download:

Algumas boas notícias surgiram para 2012, uma delas  é que O internet Explorer 6 está praticamente extinto no Brasil, além do fato que a Microsoft anunciou que iniciará em janeiro de 2012 um plano para atualização automática do Internet Explorer para a versão mais recente disponível.

Fonte: http://www.my-debugbar.com/wiki/IETester/HomePage

“Let it snow, Let it snow, Let it snow”

Como no ano passado, vou destinar um post especial para os agradecimentos de NATAL  e desejos de FELIZ ANO NOVO. Muitos que me conhecem sabem o quanto gosto destas datas, para mim é a oportunidade de estar junto de quem amamos e comemorar um ano que passou.

Falando no ano que passou, posso considerar um ano de vitória, em 2011 venci muitos obstáculos, e um dos principais foi a finalização da Faculdade, não que a faculdade seja um obstáculo em si, mas pode ser considerado um desafio, isso porque no início ouvi muitas críticas sobre a FATEC e sobre o ensino de la, o problema é que todos que criticavam nem se quer conseguiam aprovação na matéria de Programação. Deixando os desanimadores de lado, posso agradecer muito aqueles que estiveram do meu lado nesta jornada, amigos e amigas além da família, obrigada a todos! Continuando falar do ano que passou, muitas coisas maravilhosas aconteceram e serão concretizadas no ano seguinte para mim e para o Marcos  (mais precisamente em julho de 2012).

Em relação ao blog, mais uma vez estou surpresa com as visitas e participações (chegando as 20mil visitas), este ano que passou foi um ano onde os estudos para o HTML 5 foram intensos, e isso contribuiu bastante para o conteúdo do que foi publicado aqui. Para 2012 a promessa é de publicar um pouco mais, isso porque o lançamento oficial da  versão 5 do HTML está “marcada ” para esse próximo ano, além do fato que eu publicarei parte da minha monografia que teve como tema esta linguagem de marcação.

A todos que estão lendo esta publicação, quero desejar um Feliz Natal e um ótimo 2012, espero que a paz esteja no coração de vocês para que possamos conviver em harmonia e contagiar todos que estão em nossa volta, fazendo assim um ambiente melhor para viver.

Ah, para honrar o título deste post, coloquei aqui uma música muito natalina para inspirar esse dia tão importante, espero que aproveitem!!!

Feliz Natal e Feliz Ano Novo!!!

Aline Bossi

Salve em .wwf e contribua com o meio ambiente

A dica de hoje vai para aqueles que como eu querem contribuir com a preservação do meio ambiente mas não conseguem sair por ai plantando árvores e salvando animais. A intenção é válida, entenda que como você já deve ter ouvido falar, “Se cada um fizer sua parte, salvamos o mundo”.

A ONG WWF está promovendo uma forma de impedir que arquivos digitais sejam impressos. A ideia é a mesma daqueles que adicionam mensagens reflexivas nas assinaturas de emails, incentivando a NÃO impressão, a idéia do ONG vai além pois com a utilização do software que lê e transforma documentos em .wwf, ao salvar um arquivo com esta extensão ele fica bloqueado para impressão.

O que chama atenção deste software é sua simplicidade e o fato de ser gratuito. Depois de instalado, ele cria uma espécie de impressora virtual em seu computador. Para gerar o arquivo “verde”, abra um documento, clique em imprimir, selecione a opção de impressora save as wwf e dê o OK. Então escolha a pasta em que o arquivo será salvo. Pronto, você já pode enviá-lo que ele permanecerá apenas no meio digital.

A iniciativa economiza a derrubada de árvores, bem como os gastos com água para a produção de papel. Sem falar na energia e tinta das impressoras e no descarte exagerado das folhas. De acordo com a WWF, mais de 53 mil empresas, organizações e pessoas em todo mundo já aderiram à prática.

As controvérsias é que arquivos digitais também ocupam algum espaço e de certa forma tira a liberdade do usuário querer ou não imprimir seus documentos em uma ocasião que seja realmente necessário.

O link para download é: http://saveaswwf.com/en/

Se você quiser optar por não imprimir, mas não ser tão radical ao ponto de bloquear esta opção, pode também instalar uma impressora PDF, como explicado aqui.

Até a próxima

MOTIVAÇÃO PARA O TRABALHO

Após constatar a grande procura e acessos no meu primeiro artigo,  Motivação no trabalho, que falava sobre o tema de uma forma geral, trago neste novo texto uma abordagem a mais sobre este assunto que está presente em diversos meios.

Em caráter de definição, quando falamos em desempenho no trabalho, falamos no resultado que o funcionário alcança quando está ocupando um cargo. Este desempenho depende de muitos fatores, e um dos principais fatores é exatamente o tema deste artigo: motivação para o trabalho. Poucos empreendedores sabem, mas entender o mecanismo da motivação é essencial para estabelecer bons laços com funcionário e até mesmo com familiares. Os principais determinantes do desempenho no trabalho são:

Motivação para o trabalho é um estado psicológico de disposição, interesse ou vontade de perseguir ou realizar uma tarefa ou meta. Dizer que uma pessoa esta motivada para o trabalho significa que esta pessoa apresenta disposição favorável ou positiva para realizá-lo.

Esta motivação é resultante de uma interação complexa entre os motivos internos das pessoas e os estímulos da situação ou ambiente. Os motivos internos são as necessidades, aptidões, interesses, valores e habilidades das pessoas. Esses motivos individualizam cada pessoa, que fazem diferente de todas as outras.  Já os motivos externos são os estímulos ou incentivos que a empresa pode oferecer ao funcionário, todas as recompensas oferecidas pela empresa, desde o salário e os benefícios até o ambiente de trabalho, os colegas e estilo de liderança do chefe. Ambas as situações podem satisfazer necessidades, despertar sentidos de interesse ou representar recompensas desejadas.

Uma das mais importantes explicações sobre a motivação estabelece que as pessoas são motivadas, basicamente, por estímulos interiores chamados NECESSIDADES, está que é um estado de carência e quanto maior a necessidade, mais intensa é a motivação para isso e quando satisfeita a necessidade a motivação acaba. Analisando este fator, surge então  um princípio importante da motivação: Qualquer recompensa tem um valor que é determinado pela capacidade de satisfazer necessidades.

As necessidades humanas estão organizadas numa espécie de ordem ou hierarquia, e isso desempenha um papel importante no estudo da motivação. Basicamente, as necessidades humanas são divididas em cinco categorias, de acordo com a teoria de Maslow que procura explicar por que as pessoas são motivadas a determinados momentos por necessidades específicas. Onde uma pessoa passa seu tempo gastando energia ocupando-se com segurança pessoal enquanto outra se privilegia-se com a obtenção de estima. Sua teoria explica também a procura da identificação por necessidades básicas que uma pessoa procura satisfazer-se, pois é o ideal que a motivação é provocada por deficiências de uma ou grupos de necessidades. São elas:

É importante verificar que as necessidades fisiológicas estão na base da hierarquia, pois as pessoas buscam satisfazer estas necessidades antes de se preocuparem com as de níveis mais elevados e um item desses, em qualquer ponto da hierarquia precisa ser atendido antes de passar para os níveis superiores. Outro fato interessante é que alguns itens da pirâmide pode se sobressair sobre os outros conforme alguns fatores que se alteram ao longo da vida, como a idade, meio social ou personalidade.

No contexto deste artigo, o trabalho e o ambiente de trabalho podem satisfazer muitas necessidade, desde as de sobrevivência até as de auto-realização. Vale lembrar que o trabalho e a situação de trabalho também criam necessidade, em vez de satisfazê-las.

Frustrações

Quando uma necessidade não é atendida, passa a se chamar frustração, e esta também pode significar um impulso poderoso para as ações humanas. Alguns tipos de comportamento no ambiente de trabalho são produzidos por conta da frustração, são eles:

Fuga ou compensação: Após várias tentativas de satisfazer uma necessidade a pessoa fica extremamente ansiosa e como conseqüência desta frustração, pode ser que o indivíduo adote um comportamento de fuga ou compensação, que significa que ela irá procurar outro emprego ou profissão, ou até mesmo partir para medidas drásticas como encarar um novo negócio, assumindo todos os riscos.

Resignação: isto ocorre quando um grupo ou pessoa deixa se abalar pela frustração e se entrega a um estado de desanimo ou fatalidade. Neste caso, algumas frases como “eu desisto”, “não adianta lutar”, “é assim que tem que ser”, tornam-se comuns ou até mesmo diárias para a pessoa. É como se todas as saídas possíveis estivessem fechadas, e não a pessoa se rende. Em um ambiente de trabalho, a resignação manifesta-se por meio de apatia, da depressão e do desinteresse pela empresa e seus objetivos.

Agressão: a agressão representa uma forma de ataque físico ou verbal, associado a um sentimento de ira e hostilidade. Pode ser um palavrão, um chute na parede ou uma ferramenta que é jogada dentro de uma engrenagem. Quando não é possível descarregar a agressão contra o objeto ou indivíduo que a provocou, a pessoa frustrada pode adotar um comportamento de substituição ou deslocamento.

Teoria dos dois fatores

Pensando agora no estudo dos motivos externos, a teoria dos dois fatores de Herzberg, explica qual o efeito de alguns deles sobre a motivação. Segundo essa teoria, os estímulos ao desempenho, em uma situação de trabalho, podem ser divididos em duas categorias principais: Fatores higiênicos ou extrínsecos ( também chamados de fatores H), que são relacionados com o conteúdo do trabalho e os fatores motivacionais ou intrínsecos ( também chamados de fatores M), que são relacionados com o conteúdo do trabalho.

Para entender esta teoria, pente na seguinte questão:

Se o salário de uma pessoa dobrar ou triplicar, ela se tornará duas ou três vezes mais motivada? Ela produzirá o dobrou ou o triplo do que produzia antes?

A resposta, evidentemente, é não. Isso devido ao fato que o salário é um fator de satisfação, não de motivação, assim como todos os fatores higiênicos.

Os fatores higiênicos, também chamados de fatores extrínsecos, ou de satisfação, criam um clima psicológico e material saudável que produz satisfação. Quanto mais satisfeita a pessoa estiver com seu salário, ambiente de trabalho ou chefe, menor será sua disposição para reclamar desses aspectos. Alguns exemplos de fatores extrínsecos:

  • Ambiente de trabalho: iluminação, temperatura, espaço e conforte dos móveis.
  • Ambiente humano, organizacional: colegas, chefe, salário. Política da empresa.

Vale lembrar também que para que haja motivação é preciso que a pessoa esteja satisfeita com seu trabalho propriamente dito, e que tenha visão de como suas habilidades e desenvolvimento de aptidões.

Recompensa

Cada líder e cada empresa oferecem as pessoas um conjunto de incentivos ou recompensas, qualquer incentivo pode funcionar, desde que esteja sintonizado com os motivos internos da pessoa a quem é oferecido. A principal explicação sobre a interação dos motivos internos com os estímulos do ambiente é a teoria da expectativa. Essa teoria explica como as crenças e expectativas das pessoas combinam-se com os estímulos, para produzir algum tipo de força motivacional. Em essência, a teoria da expectativa estabelece que:

  • O desempenho das pessoas depende do esforço que elas despendem.
  • O esforço é proporcional a importância que se atribui ao resultado do desempenho
  • Se o resultado for importante, a motivação para o esforço seria intensa.

Em suma, a motivação para fazer algum tipo de esforço depende da importância atribuída ao resultado. E a teoria da expectativa explica que a busca de uma recompensa é proporcional ao valor que ela se atribui.

Fontes:

Livros

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. PEARSON / PRENTICE HALL.

1º Edição. Tradução. João Dell Anne. São Paulo:

Administração para empreendedores, p. 146-153.

Sites

http://www.administradores.com.br

Imagens desenvolvidas por Aline Bossi

“Lembrei-me de Você! Feliz Natal”

 

Olá queridos leitores, é com grande honra que dedicarei este post a agradecer a todos pelas visitas  (passamos das 6mil este ano) e a desejar um bom natal a vocês.

Natal é época de encontrar antigas amizades, Rever familiares que durante o ano todo não deram um telefonema. O ano passa na correria, E natal é época de parar e restaurar as forças para mais um ano. Natal é época de amor, Época de encontros. Momento de rever tudo o que durante o ano passou-se despercebido. Natal é planejar uma noite diferente, um instante iluminado. Natal… é ansiar por instantes de alegria e de conforto, Na presença escolhida a dedo de pessoas que fazem parte de sua vida. Presentes e mais presentes, com um único significado: “Lembrei-me de Você! Feliz Natal”

E principalmente, que neste novo ano que irá nascer que as  energias sejam recarregadas e que mais e mais conhecimentos possamos adquirir, tanto conhecimento técnico quanto ensinamentos da vida.

Um obrigada especial a meus amigos e amigas, família, namorado, enfim obrigada pela sua colaboração e incentivo, direta ou indiretamente.

Att,

Aline B.

Learn About HTML5 and IE9 from Giorgio Sardo from Microsoft

Olá pessoal, neste fim de semana encontrei um vídeo muito bom sobre HTML 5 e  IE9. Giorgio Sardo da Microsoft apresenta funcionalidades interessantes do HTML5, faz comparações entre navegadores e testa as novidades do IE9.

Espero que aproveitem o conteúdo,

Até logo!!!

A importância de se escrever bem

O objetivo deste artigo é deixar evidente a importância de se escrever bem, pois assim conseguimos as respostas que esperamos do leitor.

Primeiramente, escrever bem é escrever de modo claro e simples. Quando escrevemos uma mensagem, não devemos pensar que tudo que está claro para o autor está claro ao leitor. As pessoas têm pensamentos distintos, o que exige uma preocupação especial para que o leitor esteja entendendo realmente o que o autor quer transmitir na mensagem.

A comunicação é formada por uma estrutura funcional composta por remetente, destinatário e mensagem, esses itens têm uma função decisiva para a eficácia da comunicação, mas para isso devem ocupar suas posições focando o entendimento da mensagem e a produção de respostas esperadas, que só são produzidas quando as idéias, desejos e projetos tornam-se comuns entre o remetente e o destinatário.

 A mensagem em comum ao leitor e ao escritor é o resultado de uma associação entre as idéias e os estímulos físicos que ajudam no seu entendimento. Ela é composta de signos formados por significante (o estímulo físico) e significado (a idéia), o leitor que os entende, torna-se capaz de produzir uma resposta, mas para isso acontecer o significado que sair da mente do remetente deve chegar até o destinatário intacto.

Quando nos referimos ao código, sabemos que ele controla a relação entre o significante e o significado, e isto possibilita a geração do signo. Não podemos deixar de destacar os processos de codificação e decodificação. O primeiro é a transformação de uma idéia em mensagem, e o segundo é a captação da mensagem e extração do significado dela, ou seja, o processo inverso da codificação. Há certas condições para que estes processos se realizem corretamente. Dentre algumas, o conhecimento do código, usar código aberto (permite uma ou várias interpretações) ou código fechado (quando a intenção é uma resposta única deixando a mensagem clara e objetiva).

Um item muito importante para a boa comunicação é a “bagagem cultural”, ou seja, ao escrever uma mensagem, devemos pensar também no grau de conhecimento do destinatário, para saber se as informações deverão ser incluídas na mensagem ou podem ficar subentendida nela. É válido lembrar que cada pessoa tem uma bagagem cultural diferente, afinal, ela é adquirida com as experiências vividas e  isso que faz cada um ter uma decodificação diferente de uma mensagem.

Para que uma mensagem seja transmitida, é necessário um veículo (meio físico por onde será conduzida a mensagem até o destinatário), há vários tipos de veículos, cada um deve ser utilizado conforme o conteúdo, as situações, os objetivos e as condições desta mensagem chegar ao destinatário. Nem todas as mensagens podem usar todos os veículos e nem todos os veículos podem transportar todas as mensagens. O veículo é complemento para a comunicação, uma mensagem é bem recebida se ela estiver bem colocada a um veículo.

Mas nem sempre seguir todas essas regras nos garante que a mensagem será passada corretamente. O leitor precisa também ser atraído pela mensagem, para isso usamos os chamado ganchos. Primeiramente, para atrair um leitor, não devemos sobrecarregar a mensagem, ele precisa de informações passadas sem que a mensagem esteja carregada, estes são chamados de ganchos frios, já os ganchos quentes necessitam de mais detalhes, seriam como livros técnicos ou artigos com muitas informações. O primeiro exige maior esforço do leitor para decodificação, já o segundo não.

Para não sobrecarregar a mensagem, podemos também usar imagens, desenhos ou esquemas visuais, que facilitarão a decodificação para o leitor, estes são os chamado signos visuais ou signos icônicos, a vantagem de usá-los é que o leitor não precisa necessariamente conhecer o código, pois a relação entre o significante visual e o significado é tão próxima que a decodificação é imediata. Ao contrário da iconicidade, temos a linearidade que não tem uma decodificação tão rápida, pois é composta de signos convencionais e disposta em uma seqüência linear. Quem se comunica usando a iconicidade, tem a vantagem de comunicar o máximo de informações com mínimo de signos, pois conseguem enxugar a mensagem evitando informações desnecessárias ou repetitivas

Em uma mensagem, não podemos esquecer-nos do seu planejamento, isto é fundamental para a coerência e objetividade da mensagem, além dos assuntos não ficarem misturados. Devemos também ter a preocupação com a disposição visual do texto, ele deve ser sempre distribuído em parágrafos bem divididos, usando imagens e letras especiais para os destaques, isso permite que a mensagem seja bem visualizada e conseqüentemente melhor decodificada.

Uma mensagem deve trazer ao leitor sensações que o comova ou assuste. Para isso usamos os elementos poéticos e emotivos, em certas situações podemos até mesmo utilizar dos ruídos para provocar o impacto ao leitor.

Finalmente todas estas dicas nos mostram que a luta dos seres humanos para comunicar suas idéias e sentimentos é constante e difícil, porém interminável.

 

Fontes:

BLINKSTEIN, I. Técnicas de Comunicação e Escrita 1. ed.São Paulo: Ática, 1993

Teste de Software no Contexto da Melhoria

Olá leitores, após algumas semanas de estudos sobre  uma área importantíssima de T.I.  que é Testes de Softwares, consegui reunir algumas idéias principais de muitos artigos que li para postar aqui.

Atualmente, empresas desenvolvedora de software estão constantemente sendo cobradas por qualidade, mas para cumprir com esta cobrança, é necessário enfrentar os rivais, tais quais, os curtos prazos para desenvolvimento, integração entre sistemas já existentes ou em desenvolvimento, além de acompanhar a evolução das tecnologias utilizadas.

Com o crescimento da utilização dos sistemas pela sociedade, cresce-se também a importância de contar com a qualidade destes softwares.  Para que o eles tenham boa qualidade é fundamental a melhoria de processos de engenharia de software que conta com modelos para identificar processos fundamentais. Todos os modelos identificam que o teste é essencial para a avaliação do software, mas que isso exige conhecimento, habilidades além de infra-estrutura especifica.

Muitas empresas encontram dificuldades com as atividades de teste, isso pode ser justificado pela falta de profissionais especializados na área, ou mesmo uma dificuldade de implantar os processos de teste. Para estes casos, o CenPRA – Centro de Pesquisar Renato Archer- desenvolveu a metodologia para auxiliar as empresas nestes processos. Está é uma importante metodologia para a melhoria dos processos de teste em empresas desenvolvedoras de softwares e foi desenvolvida pelo CenPRA, para difundir as práticas de teste pelas empresas.

Teste e Qualidade de Software

A grande idéia a respeito do teste é o processo de executar o software de uma maneira controlada com o objetivo de avaliar se o mesmo se comporta conforme o especificado. Mesmo parecendo algo simples, há muitas dificuldades neste processo, como alto custo para empresa pela necessidade de profissionais especializados, ou mesmo o desconhecimento tanto para realizar os procedimentos, técnicos ou mesmo de planejamento. Existem vários níveis de teste, e são aplicados conforme a fase do desenvolvimento do software que, geralmente, é definido conforme a política de teste da empresa.  São eles:

  • Teste de Unidades (compreendendo a codificação dos módulos do sistema)
  • Teste de integração (a integração dos módulos do sistema)
  • Teste de Sistema (atendimento aos requisitos funcionais e não funcionais do sistema)
  • Teste de Aceitação (aceitação do sistema pelo usuário)
  • Teste de regressão (aplicado na fase de manutenção do sistema)

Outro item importante é a escolha da técnica de teste, que pode ser:

  •  Teste Estrutural (procura identificar defeitos nas estruturas internas do software)
  •  Teste Funcional (gera casos de teste que garantem que os requisitos do software que foi construído sejam plenamente atendidos).

Esses critérios servem para orientar o testador na geração dos casos de teste.

Metodologia de Teste

A metodologia para introdução ou melhoria do processo de teste de software busca englobar técnicas para a capacitação das empresas que querem desenvolver produtos de melhor qualidade. Para isso é necessário um conjunto de atividades que vai desde o levantamento dos requisitos da empresa, passa pela realização de treinamento da equipe técnica e vai até ao acompanhamento dos trabalhos realizado, fazendo assim um ciclo de implantação da atividade de teste dentro da empresa.

É fundamental a adoção de um processo de teste além do desenvolvimento de documentos na atividade de gerência do teste de software que pode ser aplicada a qualquer tipo de software, seja sistema de informação ou software cientifico.

A realização de testes sistemáticos esta dividida em 3 componentes:

  • Treinamentos: é a capacitação em conceitos básicos sobre teste de software, isso pode ser adaptado as necessidades de cada empresa.
  • Processo de teste: esta é a atividade que prevê a realização das atividades de planejamento, projeto, execução e acompanhamento dos testes além da integração e aceitação do sistema.
  • Suporte para gestão de documentos: consiste na técnica para a criação de documentos que serão utilizados para a gerencia do processo de teste, em todas as fases do sistema.

No processo de teste as estratégias empregadas são planejados e executados por uma equipe, estas atividades são realizadas de forma iterativa, havendo uma avaliação rápida do produto. Uma premissa básica da metodologia é que o processo de teste, quando adequadamente definido, pode ter um impacto positivo nos resultados de diversas outras atividades de desenvolvimento. O que prova que o enfoque das atividades de teste não é apenas identificar problemas, mas principalmente prevenir problemas.

Visão geral da norma IEEE 829

Esta Norma descreve um conjunto de 8 documentos definidos, que cobrem as tarefas de planejamento, especificação e relado de testes. São eles:

  • Plano de Teste  que apresenta o planejamento para a execução do teste identifica os itens  e as funcionalidades a serem testados, as tarefas além dos riscos associados com a atividade de teste.
  • Há também a tarefa de especificação de testes que é composta por 3 documentos ( Especificação de Projeto de teste, Especificação de caso de Teste, Especificação de Procedimento de teste) que principalmente identifica os casos e os procedimento de teste, critérios de aprovação, define dados de estrada e resultados esperado, além de especificar os passos para a execução dos testes.
  • Já os relatórios são cobertos por 4 documentos (Diário de teste, Relatório de Incidente de Teste, Relatório-Resumo de teste, Relatório de Encaminhamento de Item de Teste) que visam registrar detalhes relevantes, eventos que ocorrem durante os testes e resultados das atividades.

Um detalhe importante é que esta norma separa as atividades de teste em três etapas: preparação do teste, execução do teste e registro do teste. Mais do que apresentar um conjunto de documentos, esta norma apresenta um conjunto de informações necessárias para teste de produtos, independentemente do tamanho ou complexibilidade do software. Se bem utilizado, servirá de auxilio para gerencia.

Suporte à Interpretação do Processo de Teste de Software 

Como normalmente as normas de engenharia de software são genéricas, a metodologia de teste da norma IEEE-829 propões um método para implantação do processo de teste de software, para isso possui alguns documentos descrevendo isso. São eles:

  • Guia para Elaboração de Documentos de Teste de Software: tem o propósito de servir como referencia para criação de documentos de teste.
  • Processos para a Elaboração de Documentos de Teste de Software: apresenta os processo que abrangem a preparação, a execução e o registro dos resultado do teste para estabelecerem uma orientação geral. 

Independente da forma em que os documentos serão adaptados para os testes, é importante que incluam o planejamento, projeto, os casos de teste e os procedimentos de teste. Além disso, os resultados/incidentes ocorridos durante o teste devem ser adequadamente registrados e condensados num relatório final.

 

Aplicação da Metodologia de Teste

Como experimentação e validação da metodologia de teste, foi realizado um projeto de melhoria de processo em uma micro empresa desenvolvedora de software. 

Contexto 

A empresa na qual a metodologia foi aplicada é pequena e tem suas atividades focadas principalmente no desenvolvimento de projetos de softwares, e isso representa cerca de 90% de seu faturamento mensal. Os seus clientes são, em sua maioria, grandes empresas e multinacionais. O projeto tem entre 2 e 6 meses de duração e envolvem entre 2 e 4 profissionais. 

A principal melhoria foi à inclusão de processos de teste, foi seguido a Abordagem de Melhoria de Processo do CenPRA e utilizado o modelo de processo da ISO/IEC TR 15504-5 como referencia além de outras duas metodologias para dois processos específicos (processo de gerencia de projetos e o processo de teste). 

O projeto foi executado em seis fases seqüenciais:

  1. Início dos trabalhos e Definição de Metas
  2. Avaliação das Práticas Correntes
  3. Planejamento das Ações de Melhoria
  4. Implantação das Ações de Melhoria
  5. Verificação dos Resultados e Aprendizado
  6. Institucionalização da Melhoria.               

Em março de 2004 já estava implantada uma prática institucionalista de planejamento e execução sistemática de teste como parte do processo de desenvolvimento de software da empresa. 

Os novos produtos da empresa já estavam contendo melhorias, passaram da equipe de programação para a equipe de teste, que executou os casos de teste previsto, retornando relatórios de incidentes e problemas. A nova versão do sistema que foi gerada a partir do relatório de incidentes de testes, retornou para os testadores, assim ficaram neste ciclo até que o produto foi considerado adequado para a instalação, conforme a decisão do líder do projeto.

Durante a execução do teste a equipe de testadora gerou um documento detalhado sobre a execução, este documento permite a geração de análises bem fundamentais na criação do resumo do teste, gerado normalmente após a instalação do software no cliente. 

Na entrega para o cliente, dispara-se um processo de aceitação do produto gerado, isso é feito através de um relatório de aceitação preenchido pelos usuários, isso irá validar os testes do software, a qualidade do produto e as necessidades específicas de uso. 

Resultados da melhoria

A melhoria do processo de teste, associada à melhoria do processo de desenvolvimento de software como um todo, permitiu observar os seguintes aspectos, dentre os outros: 

  • Maior controle durante a execução do projeto, devido principalmente ao planejamento prévio e aos pontos de medição.
  • Estudos e analises, realizadas após o encerramento do projeto e entrega do produto gerado, reforçando os pontos positivos e criando ações corretivas para os pontos negativos detectados no processo como um todo.
  • Qualidade do produto gerado, tanto no sentido do atendimento dos requisitos quanto no sentido da aceitação e adequação as necessidades do usuário.
  • A documentação gerada permitiu perceber as falhas relacionadas a detalhamentos incorretos ou incompletos de requisitos.
  • Os clientes passaram a compreender as dificuldades à produção de software e com isso aumentando o respeito pelas informações transmitidas, documentação apresentadas, necessidades explicitadas, e com isso aceitando maiores prazos de entrega nos produtos com maior qualidade.
  • Houve aumento nos custos gerais de produção de softwares, mas que poderão ser diluídos apenas no longo prazo. 

A empresa conseguiu aprimorar os processos com o aprendizado e após a implantação do processo de teste na empresa, as seguintes melhorias foram observadas: 

  • Menor número de defeitos descobertos após instalação do software
  • Maior atenção da equipe de programação, que com tarefas de verificação antes da liberação do produto conseguiu além de reduções de custos e problemas, a redução do desgaste da equipe.
  • Os clientes, após verificarem os resultados iniciais, demonstram que estão mais tolerantes nas questões de prazos, mesmo não aceitando o aumento nos custos, posteriormente passaram a não querer mais versões do software não devidamente testadas. 

Avaliação do processo de teste

Após a implantação do processo, foi realizada uma avaliação superficial das atividades de teste, o resultado desta avaliação foi comparado com a avaliação feita antes deste ciclo de melhoria. O resultado da primeira avaliação mostrou que a empresa executa o processo de teste no nível 1 de capacidade, já na avaliação feita após a implantação, constou-se que existe um atendimento de nível 2 de capacidade, com alguns elementos de nível 3. 

O processo de teste de software da ISO/IEC TR 15504 tem como objetivo “garantir que a implementação de cada requisito do sistema seja testada em conformidade com o requisito e que o sistema esteja pronto para ser liberado” e requer que evidências dos seguintes quatro elementos sejam identificadas durante uma avaliação: 

  • Desenvolvimento de um critério para o sistema que demonstre a conformidade com os requisitos;
  • verificação do sistema utilizando o critério definido;
  • registro dos resultados do teste; e
  • criação de uma estratégia de regressão para re-testar o sistema quando mudanças forem feitas em elementos do sistema. 

Para que o processo de teste da organização esteja no nível 1 de capacidade, o objetivo do processo e os quatro resultados estejam atingidos. Para que este processo evolua ao nível 2, a  execução do teste tem que ser planejada e acompanhada, exigindo uma boa gerência do teste, e os principais produtos de trabalho do teste tenham que ser identificados, definidos, produzidos e verificados. Para um processo chegar ao nível 3 ele deve estar bem definido e ser seguido em cada uma de suas execuções. 

Conclusão 

Com a aplicação da metodologia em uma micro empresa de desenvolvimento de software, resultando em um processo de teste que foi utilizado com bons resultados em sete projetos e atingiu o nível 2 de capacidade de processo segundo a Norma ISO/IEC 15504, pode ser concluído que: 

  • A metodologia é viável de ser aplicada em uma micro empresa, como parte de um programa de melhoria de processo; e
  • O processo de teste implantado pela metodologia gera melhorias visíveis aos clientes e aos desenvolvedores, melhorando a qualidade do software e o relacionamento entre a empresa e os clientes. 

A metodologia do CenPRA ajuda a estruturar as atividades de teste desde o início de um projeto de desenvolvimento de software, tornando claro para todas as partes envolvidas o relacionamento entre o processo de desenvolvimento de software e as atividades de teste. A definição pela metodologia dos principais artefatos do processo de teste, baseado na Norma IEEE STD 829, é o principal orientador das atividades de teste.

IE Cumulative Security Update

IE Cumulative Security Update para agosto de 2010 está agora disponível através do Windows Update. Esta atualização de segurança elimina seis vulnerabilidades relatadas em particular no Internet Explorer. As vulnerabilidades mais graves pode permitir a execução remota de código se um usuário visualiza uma página Web especialmente criada usando o Internet Explorer. Os usuários cujas contas são configuradas com poucos direitos de usuário no sistema correm menos riscos do que aqueles que operam com direitos administrativos.

Esta atualização de segurança é classificada como crítica para o Internet Explorer 6, Internet Explorer 7 e Internet Explorer 8. A atualização de segurança elimina as vulnerabilidades modificando a maneira que o Internet Explorer reforça os controlos de segurança e manipula objetos na memória. Para obter mais informações sobre as vulnerabilidades, consulte o boletim completo.

A maioria dos usuário têm atualizações automáticas habilitadas e não precisará tomar nenhuma ação, pois esta atualização de segurança será baixada e instalada automaticamente.

Para os administradores das empresas, ou usuários finais que desejam instalar esta atualização de segurança manualmente, a Microsoft recomenda que os clientes apliquem a atualização imediatamente usando um software de gerenciamento de atualizações, ou verificando as actualizações através do serviço Microsoft Update.

 

Esta é a dica de hoje,

Até mais

Convertendo vídeos usando o FFMPEG

A dica  deste post é para quem quer converter vídeos e áudios em seus aplicativos web, o que antes era uma tarefa quase impossível de se realizar, devido ao fato de existirem poucos programas gráficos que realizem tal tarefa.  Agora está disponível o FFMPEG.

Aqui estão alguns links:

FFMPEG with ASP.NET

http://www.ffmpeg.org/ (site oficial)

Eu estou testando e por enquanto a funcionalidade é ótima.

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