Encarando o problema de frente – Internet Explorer

Há muitas críticas a respeito de um dos navegadores mais utilizados por usuários comuns, para os desenvolvedores este navegador pode ser encarado como um desafio quando o assunto é aplicações/documentos/websites serem interpretados universalmente não importando o dispositivo de acesso ou navegador. Lendo isso é possível detectar qual navegador estou falando –  Internet Explorer da Microsoft, isso  porque este navegador, em especial, traz mecanismos bastante distintos em suas versões. Sendo assim, uma página exibida corretamente no Internet Explorer 7, não necessariamente aparecerá como deveria na versão 6 deste mesmo navegador. Teoricamente, bastaria abrir em um, depois em outro para averiguar a existência de falhas, porém na prática há um problema: ao instalar a versão 7 do Internet Explorer no Windows, a versão anterior instalada — provavelmente a 6 — é substituída.

A dica de hoje é sobre um pequeno software que irá ajudar quem precisa realizar testes nos navegadores na Microsoft,  o nome é IETester, uma espécie de navegador que permite renderizar e acessar o site que desejar em diversas versões do IE (IE10 preview, IE9, IE8, IE7 IE 6 and IE5.5 on Windows 7, Vista and XP, além da versão instalado no próprio computador) utilizando as várias versões da engine Trident e JScript..

A utilização é bem simples, basta selecionar qual a versão que deseja testar e informar o endereço do site. É possível também informar o endereço e testar em todas as versões de uma só vez.

Há também algumas ferramentas para quem quer verificar o código fonte e até mesmo “debugar” o site.

Abaixo os links para download:

Algumas boas notícias surgiram para 2012, uma delas  é que O internet Explorer 6 está praticamente extinto no Brasil, além do fato que a Microsoft anunciou que iniciará em janeiro de 2012 um plano para atualização automática do Internet Explorer para a versão mais recente disponível.

Fonte: http://www.my-debugbar.com/wiki/IETester/HomePage

Cultura Digital – HTML5 no SESC Piracicaba

Para iniciar o ano o SESC de Piracicaba irá oferecer uma oficina sobre os conceitos básicos do HTML (em especial sobre a versão 5 da linguagem) que será ministrado por mim. Particularmente estou muito honrada pelo convite e pretendo levar um pouco das minhas pesquisas e experiências com a linguagem para quem está interessado em saber um pouco mais sobre esta poderosa linguagem de marcação, e  também para aqueles que já  conhecem a linguagem e desejam desvendar as novas características que estão inclusas na sua última versão.

A oficina acontecerá nos próximos dias 14 e 15 de Janeiro das 10 as 12 horas na Rua Ipiranga, 155 – Centro - Piracicaba – SP (mapa de localização). As inscrições já estão abertas basta ir no laboratório de Internet livre do SESC. Em qualquer dúvida entre em contato comigo.

Até lá!

“Let it snow, Let it snow, Let it snow”

Como no ano passado, vou destinar um post especial para os agradecimentos de NATAL  e desejos de FELIZ ANO NOVO. Muitos que me conhecem sabem o quanto gosto destas datas, para mim é a oportunidade de estar junto de quem amamos e comemorar um ano que passou.

Falando no ano que passou, posso considerar um ano de vitória, em 2011 venci muitos obstáculos, e um dos principais foi a finalização da Faculdade, não que a faculdade seja um obstáculo em si, mas pode ser considerado um desafio, isso porque no início ouvi muitas críticas sobre a FATEC e sobre o ensino de la, o problema é que todos que criticavam nem se quer conseguiam aprovação na matéria de Programação. Deixando os desanimadores de lado, posso agradecer muito aqueles que estiveram do meu lado nesta jornada, amigos e amigas além da família, obrigada a todos! Continuando falar do ano que passou, muitas coisas maravilhosas aconteceram e serão concretizadas no ano seguinte para mim e para o Marcos  (mais precisamente em julho de 2012).

Em relação ao blog, mais uma vez estou surpresa com as visitas e participações (chegando as 20mil visitas), este ano que passou foi um ano onde os estudos para o HTML 5 foram intensos, e isso contribuiu bastante para o conteúdo do que foi publicado aqui. Para 2012 a promessa é de publicar um pouco mais, isso porque o lançamento oficial da  versão 5 do HTML está “marcada ” para esse próximo ano, além do fato que eu publicarei parte da minha monografia que teve como tema esta linguagem de marcação.

A todos que estão lendo esta publicação, quero desejar um Feliz Natal e um ótimo 2012, espero que a paz esteja no coração de vocês para que possamos conviver em harmonia e contagiar todos que estão em nossa volta, fazendo assim um ambiente melhor para viver.

Ah, para honrar o título deste post, coloquei aqui uma música muito natalina para inspirar esse dia tão importante, espero que aproveitem!!!

Feliz Natal e Feliz Ano Novo!!!

Aline Bossi

HTML não é linguagem de programação

Uma grande confusão feita por alguns desenvolvedores ou estudantes é passar o conceito de que o HTML é uma linguagem de programação, conceito esse que está incorreto. Para iniciar a explicação para isso basta relembrar um pouco da história da linguagem e seu real objetivo de criação.

O HTML é uma abreviação de Hypertext Markup Language ou Linguagem de Marcação de Hypertexto, isso significa que é uma linguagem criada para publicação de conteúdo na web, podendo conter texto, imagem, vídeo, áudio entre outras formas de representação de conteúdo. Os elementos não estão conectados linearmente como se fossem textos de um livro, mas sim de forma imprevista que permite a comunicação de dados, organizando conhecimentos e guardando informações relacionadas.

Historicamente a linguagem foi desenvolvida originalmente por Tim Berners-Lee que baseou-se na linguagem SGML. O HTML ganhou popularidade quando o Mosaic – browser desenvolvido por Marc Andreessen na década de 1990 – ganhou força. A partir daí, desenvolvedores e fabricantes de browsers utilizaram o HTML como base, compartilhando as mesmas convenções.

Desde o início, a principal ideologia dos apostadores no HTML era criar uma linguagem independente de plataformas, navegadores e outros meios de acessos. Com isso o objetivo era fornecer a possibilidade de se criar apenas um código HTML e este código ser lido por diversos meios, desta forma o HTML contribuiu com o desenvolvimento da Web sem proprietários, sem formatos limitados e incompatíveis.

Conforme o surgimento de necessidades houve melhorias nos documentos criados com esta linguagem de marcação, foram lhe adicionados possibilidades, e uma delas foi a criação de documentos inteligentes, que realizavam cadastros, exibia conteúdos conforme uma base de dados além de jogos.  A partir destas necessidades algumas linguagens de programações passaram a ser utilizadas Há diversas linguagens para isso, as mais comuns são PHP, ASP, JAVASCRIPT.

Para definir ainda melhor, podemos dividir a web em 3 camadas,  a primeira é a responsável pelo conteúdo, esta então contém o HTML. A segunda camada é responsável pela apresentação do documento, logo, nesta  camada estão os códigos em CSS. A terceira e última camada é a responsável pelo comportamento da página, então nesta camada estará toda a lógica e programação. Ou seja, as linguagens de programação fica responsável pelo desenvolvimento de algorítimos e funções, já o HTML fica responsável pela formação e estruturação do documento em si.

Em suma, o HTML (seja em qualquer versão) tem como objetivo a marcação de textos, estas marcações são feitas para configurar um documento, quando há necessidade de construir documentos inteligentes é necessário uma linguagem específica para administrar toda a lógica da aplicação.

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Adobe anuncia o fim do FLASH para dispositivos mobile e apoio ao HTML 5

No mesmo instante em que ocorria a explosão da Internet no Brasil, no período de 1998 a 2000, o empresa Macromedia conseguiu consagrar o Flash no mercado mundial. A evolução do Flash como ferramenta de autoria para  Web acompanhou a evolução das transições de sites com conteúdo estático para sites com conteúdo dinâmico e integrados. (AWAMURA, Ken, 2000).

Após algumas evoluções, em 2007 o Flash se integra ao Adobe Creative Suite e  então surge o Flash CS3 que renovou sua interface, acrescentando ferramentas para melhor manuseio de vídeos. Este lançamento foi marcado pela integração completa com o resto da Creative Suite, particularmente Photoshop e Flex, e da introdução de ActionScript 3.0.

Deixando os detalhes da evolução do Flash de lado, hoje (quarta-feira, 09 de Novembro 2011) a Adobe anunciou que não irá trabalhar no desenvolvimento da tecnologia flash para dispositivos moveis. A companhia afirmou que passará a investir em HTML 5, tecnologia adotada, por exemplo, em eletrônicos da Apple. Segundo a Apple, na época da adoção, eles não permitiriam a tecnologia flash em seus gadgets (iPhone, iPad e iPod touch) pelo fato de gastar muita bateria.  Com este anúncio a pequena batalha entre as duas empresas termina (Um pouco mais sobre isso no meu outro artigo que fala sobre a Influência da Apple para o HTML5).

Apesar deste depoimento, a companhia afirmou que continuará a fornecer atualizações críticas e de segurança para os dispositivos que suportam a tecnologia.

Nós já estamos trabalhando no Flash Player 12 e uma nova rodada de recursos interessantes que esperamos novamente que é possível avançar na experiências de entretenimento de alta definição. Vamos continuar com nossa experiência com Flash para acelerar nosso trabalho com a W3C e WebKit para trazer recursos semelhantes a HTML5 o mais rápido possível, assim como fizemos com Shaders CSS. E, vamos projetar novos recursos do Flash para uma transição suave para HTML5 para que os desenvolvedores possam investir com confiança sabendo que suas habilidades vão continuar a ser aproveitado.”, informa o comunicado da Adobe.

Ainda na mesma publicação, o blog oficial afirma

“Estamos super animados sobre as próximas gerações de HTML5 e Flash. Juntos, eles oferecem aos desenvolvedores e editores de opções de conteúdo para a entrega de grandes experiências atraentes web e de aplicações em PCs e dispositivos móveis. Já existe um trabalho incrível que está sendo feito que está ultrapassando limites, e não podemos esperar para ver o que ainda está por vir!”

Para nós, que de certa forma sentíamos uma insegurança por estudar algo que nem se quer está sendo suportado por todos os navegadores, este dia deve ser levado como um dia motivacional, vendo que mais e mais empresas estão aderindo a nova linguagem de marcação, afim de construir aplicativos e websites melhores, pensando em usabilidade e acessibilidade para todos.

Assim que tiver mais informações sobre o Silverlight, posto por aqui também.

Até mais

Fonte oficial: Adobe

Texto na tag canvas

HTML5 inclui um mecanismo para a colocação de texto na tag <canvas>. Isso fornece uma maneira muito mais dinâmica, flexível para apresentar o texto que as versões anteriores.Você pode criar alguns bons efeitos combinando a colocação do texto com o desenho de retângulos, linhas, arcos, e as imagens que já demonstrou.

Neste breve post, irei publicar um para a passo para colocar o texto no elemento, através do seguinte exemplo:

 
<!doctype html>
<html>
<head>
<title>Escrevendo na tag <canvas></title>
<script type="text/javascript">
 var contexto;
 function carregar(){
 contexto = document.getElementById('canvas').getContext('2d');
 contexto.font="15px Lucida Handwriting";
 contexto.fillText("Exemplo de texto no elemento canvas", 10, 20);
 contexto.font="italic 30px HarlemNights";
 contexto.fillText("Exemplo de texto com italic",40,80);
 contexto.font="bold 40px "
 contexto.fillText("Exemplo de texto com negrito",100,200);
 }
</script>
</head>
<body onLoad="carregar();">
 <canvas id="canvas" width="900" height="400">
 Atualize seu browser pois ele não suporte o elemento canvas do HTML5
 </canvas>
</body>
</html>

Como podemos verificar, definimos a fonte, suas configurações, e utilizamos o filltext para desenhar uma cadeia de caracteres utilizando a fonte definida e na localização (x, y) informada.

Bons estudos a todos

Conhecendo o HTML5

Olá pessoal, este post será destinado apenas para disponibilização do material utilizado na minha palestra que aconteceu no dia 17 de outubro de 2011, na Semana de Tecnologia da FATEC Americana. Primeiramente, quero agradecer o pessoal que participou e assistiu, foi muito interessante e surpreendente o número de pessoas que se interessaram pelo assunto, além de ter sido uma turma bem bacana e participativa.

Espero que aproveitem o conteúdo e se precisar de algumas dicas ou material pra estudo é só entrar em contato comigo. Muito obrigada e até breve

Salve em .wwf e contribua com o meio ambiente

A dica de hoje vai para aqueles que como eu querem contribuir com a preservação do meio ambiente mas não conseguem sair por ai plantando árvores e salvando animais. A intenção é válida, entenda que como você já deve ter ouvido falar, “Se cada um fizer sua parte, salvamos o mundo”.

A ONG WWF está promovendo uma forma de impedir que arquivos digitais sejam impressos. A ideia é a mesma daqueles que adicionam mensagens reflexivas nas assinaturas de emails, incentivando a NÃO impressão, a idéia do ONG vai além pois com a utilização do software que lê e transforma documentos em .wwf, ao salvar um arquivo com esta extensão ele fica bloqueado para impressão.

O que chama atenção deste software é sua simplicidade e o fato de ser gratuito. Depois de instalado, ele cria uma espécie de impressora virtual em seu computador. Para gerar o arquivo “verde”, abra um documento, clique em imprimir, selecione a opção de impressora save as wwf e dê o OK. Então escolha a pasta em que o arquivo será salvo. Pronto, você já pode enviá-lo que ele permanecerá apenas no meio digital.

A iniciativa economiza a derrubada de árvores, bem como os gastos com água para a produção de papel. Sem falar na energia e tinta das impressoras e no descarte exagerado das folhas. De acordo com a WWF, mais de 53 mil empresas, organizações e pessoas em todo mundo já aderiram à prática.

As controvérsias é que arquivos digitais também ocupam algum espaço e de certa forma tira a liberdade do usuário querer ou não imprimir seus documentos em uma ocasião que seja realmente necessário.

O link para download é: http://saveaswwf.com/en/

Se você quiser optar por não imprimir, mas não ser tão radical ao ponto de bloquear esta opção, pode também instalar uma impressora PDF, como explicado aqui.

Até a próxima

MOTIVAÇÃO PARA O TRABALHO

Após constatar a grande procura e acessos no meu primeiro artigo,  Motivação no trabalho, que falava sobre o tema de uma forma geral, trago neste novo texto uma abordagem a mais sobre este assunto que está presente em diversos meios.

Em caráter de definição, quando falamos em desempenho no trabalho, falamos no resultado que o funcionário alcança quando está ocupando um cargo. Este desempenho depende de muitos fatores, e um dos principais fatores é exatamente o tema deste artigo: motivação para o trabalho. Poucos empreendedores sabem, mas entender o mecanismo da motivação é essencial para estabelecer bons laços com funcionário e até mesmo com familiares. Os principais determinantes do desempenho no trabalho são:

Motivação para o trabalho é um estado psicológico de disposição, interesse ou vontade de perseguir ou realizar uma tarefa ou meta. Dizer que uma pessoa esta motivada para o trabalho significa que esta pessoa apresenta disposição favorável ou positiva para realizá-lo.

Esta motivação é resultante de uma interação complexa entre os motivos internos das pessoas e os estímulos da situação ou ambiente. Os motivos internos são as necessidades, aptidões, interesses, valores e habilidades das pessoas. Esses motivos individualizam cada pessoa, que fazem diferente de todas as outras.  Já os motivos externos são os estímulos ou incentivos que a empresa pode oferecer ao funcionário, todas as recompensas oferecidas pela empresa, desde o salário e os benefícios até o ambiente de trabalho, os colegas e estilo de liderança do chefe. Ambas as situações podem satisfazer necessidades, despertar sentidos de interesse ou representar recompensas desejadas.

Uma das mais importantes explicações sobre a motivação estabelece que as pessoas são motivadas, basicamente, por estímulos interiores chamados NECESSIDADES, está que é um estado de carência e quanto maior a necessidade, mais intensa é a motivação para isso e quando satisfeita a necessidade a motivação acaba. Analisando este fator, surge então  um princípio importante da motivação: Qualquer recompensa tem um valor que é determinado pela capacidade de satisfazer necessidades.

As necessidades humanas estão organizadas numa espécie de ordem ou hierarquia, e isso desempenha um papel importante no estudo da motivação. Basicamente, as necessidades humanas são divididas em cinco categorias, de acordo com a teoria de Maslow que procura explicar por que as pessoas são motivadas a determinados momentos por necessidades específicas. Onde uma pessoa passa seu tempo gastando energia ocupando-se com segurança pessoal enquanto outra se privilegia-se com a obtenção de estima. Sua teoria explica também a procura da identificação por necessidades básicas que uma pessoa procura satisfazer-se, pois é o ideal que a motivação é provocada por deficiências de uma ou grupos de necessidades. São elas:

É importante verificar que as necessidades fisiológicas estão na base da hierarquia, pois as pessoas buscam satisfazer estas necessidades antes de se preocuparem com as de níveis mais elevados e um item desses, em qualquer ponto da hierarquia precisa ser atendido antes de passar para os níveis superiores. Outro fato interessante é que alguns itens da pirâmide pode se sobressair sobre os outros conforme alguns fatores que se alteram ao longo da vida, como a idade, meio social ou personalidade.

No contexto deste artigo, o trabalho e o ambiente de trabalho podem satisfazer muitas necessidade, desde as de sobrevivência até as de auto-realização. Vale lembrar que o trabalho e a situação de trabalho também criam necessidade, em vez de satisfazê-las.

Frustrações

Quando uma necessidade não é atendida, passa a se chamar frustração, e esta também pode significar um impulso poderoso para as ações humanas. Alguns tipos de comportamento no ambiente de trabalho são produzidos por conta da frustração, são eles:

Fuga ou compensação: Após várias tentativas de satisfazer uma necessidade a pessoa fica extremamente ansiosa e como conseqüência desta frustração, pode ser que o indivíduo adote um comportamento de fuga ou compensação, que significa que ela irá procurar outro emprego ou profissão, ou até mesmo partir para medidas drásticas como encarar um novo negócio, assumindo todos os riscos.

Resignação: isto ocorre quando um grupo ou pessoa deixa se abalar pela frustração e se entrega a um estado de desanimo ou fatalidade. Neste caso, algumas frases como “eu desisto”, “não adianta lutar”, “é assim que tem que ser”, tornam-se comuns ou até mesmo diárias para a pessoa. É como se todas as saídas possíveis estivessem fechadas, e não a pessoa se rende. Em um ambiente de trabalho, a resignação manifesta-se por meio de apatia, da depressão e do desinteresse pela empresa e seus objetivos.

Agressão: a agressão representa uma forma de ataque físico ou verbal, associado a um sentimento de ira e hostilidade. Pode ser um palavrão, um chute na parede ou uma ferramenta que é jogada dentro de uma engrenagem. Quando não é possível descarregar a agressão contra o objeto ou indivíduo que a provocou, a pessoa frustrada pode adotar um comportamento de substituição ou deslocamento.

Teoria dos dois fatores

Pensando agora no estudo dos motivos externos, a teoria dos dois fatores de Herzberg, explica qual o efeito de alguns deles sobre a motivação. Segundo essa teoria, os estímulos ao desempenho, em uma situação de trabalho, podem ser divididos em duas categorias principais: Fatores higiênicos ou extrínsecos ( também chamados de fatores H), que são relacionados com o conteúdo do trabalho e os fatores motivacionais ou intrínsecos ( também chamados de fatores M), que são relacionados com o conteúdo do trabalho.

Para entender esta teoria, pente na seguinte questão:

Se o salário de uma pessoa dobrar ou triplicar, ela se tornará duas ou três vezes mais motivada? Ela produzirá o dobrou ou o triplo do que produzia antes?

A resposta, evidentemente, é não. Isso devido ao fato que o salário é um fator de satisfação, não de motivação, assim como todos os fatores higiênicos.

Os fatores higiênicos, também chamados de fatores extrínsecos, ou de satisfação, criam um clima psicológico e material saudável que produz satisfação. Quanto mais satisfeita a pessoa estiver com seu salário, ambiente de trabalho ou chefe, menor será sua disposição para reclamar desses aspectos. Alguns exemplos de fatores extrínsecos:

  • Ambiente de trabalho: iluminação, temperatura, espaço e conforte dos móveis.
  • Ambiente humano, organizacional: colegas, chefe, salário. Política da empresa.

Vale lembrar também que para que haja motivação é preciso que a pessoa esteja satisfeita com seu trabalho propriamente dito, e que tenha visão de como suas habilidades e desenvolvimento de aptidões.

Recompensa

Cada líder e cada empresa oferecem as pessoas um conjunto de incentivos ou recompensas, qualquer incentivo pode funcionar, desde que esteja sintonizado com os motivos internos da pessoa a quem é oferecido. A principal explicação sobre a interação dos motivos internos com os estímulos do ambiente é a teoria da expectativa. Essa teoria explica como as crenças e expectativas das pessoas combinam-se com os estímulos, para produzir algum tipo de força motivacional. Em essência, a teoria da expectativa estabelece que:

  • O desempenho das pessoas depende do esforço que elas despendem.
  • O esforço é proporcional a importância que se atribui ao resultado do desempenho
  • Se o resultado for importante, a motivação para o esforço seria intensa.

Em suma, a motivação para fazer algum tipo de esforço depende da importância atribuída ao resultado. E a teoria da expectativa explica que a busca de uma recompensa é proporcional ao valor que ela se atribui.

Fontes:

Livros

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. PEARSON / PRENTICE HALL.

1º Edição. Tradução. João Dell Anne. São Paulo:

Administração para empreendedores, p. 146-153.

Sites

http://www.administradores.com.br

Imagens desenvolvidas por Aline Bossi

Novas propriedades da tag input em HTML5

Uma tag <input> é muito utilizada e importante para programadores ou pessoas que desejam fazer um layout agradável, com a chegada do HTML5 ela  recebeu algumas atualizações que pretende deixar as páginas imunes a erro de digitação e incompatibilidade de dados. Esta tag que antes aceitava tipos limitados de entradas.  Agora ela inclui novos tipos de entradas. São eles:

  • search
O elemento que receber o atributo type=search representa uma linha simples de edição de texto para a inserção de uma ou mais palavras  ou termos.

Exemplo:
<input results=”10″ type=”search” /> 

  • number
    Se o elemento receber o atributo type=number, ele representa um controle para definir o  valor numérico preciso.
Exemplo: 
<input type="number" />
  • range
        Se o elemento receber o atributo type=range, ele representa um controle para definir um valor numérico impreciso.
Exemplo:
<input type="range" />
  • color
         Se o elemento receber o atributo type=color, ele representa um controle que abrirá uma palheta de cores que retorna o valor hexadecimal que representa a cor escolhida. Este valor é uma seqüência sete caracteres, composto das seguintes partes e ordem:
  1. Um caractere “#”.
  2. Seis caracteres no intervalo 0-9, a-f, e A-F.
Observação: Palavras-chave  com o nome da cor(por exemplo, seqüências como “red” ou “green”) não são permitidos.
Exemplo:
<input type="color"/>
  • tel
Se o elemente receber o atributo type=tel, ele representa um controle para definir números de telefone.
Exemplo:
<input type="tel"/>
  • url
        Se o elemento receber o atributo type=url, ele representa um controle para editar uma URL absoluta.
Exemplo:
<input type="url"/>
  • email
        Se o elemento receber o atributo type=email, ele representa um controle para editar uma lista de endereços de emails.
Exemplo:
<input type="email"/>
  • date/month/week
        Se o elemento receber o atributo type=date,type=month ou type=week, ele representa um controle para configurar valores que representam uma data, mês ou semana.
Exemplo:
<input type="date"/>
  • time - para mostrar a hora;
 Se o elemento receber o atributo type=time, ele representa um controle para configurar valores que representam uma hora.
Exemplo:
<input type="time"/>

Assim como pra o type=datetime e type=datetime-local : 

  • datetime - configura data e hora;
Exemplo:
<input type="datetime"/>
  • datetime-local - data e hora local.
Exemplo:
<input type="datetime-local"/>

Outra funcionalidade super bacana é o atributo “required” onde o HTML5 valida o campo do formulário de acordo com a entrada (caso esteja configurado como tipo “email”, ele vai validar o email e, assim, fazer a submissão do formulário.)

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